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Ponte Aérea nos Simuladores de Vôo

Paulo Marcelo Soares


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Parte 1: Vôo CGH-SDU

O Vôo CGH-SDU é feito na aerovia UA-304. O nível que costumamos voar é o 270. Diversos fatores podem afetar a escolha do nível. Com a aeronave muito pesada, ou de acordo com a necessidade de nivelarmos mais rápido, podemos optar pelo 250 ou 260. Sendo uma aerovia de mão única, podemos usar todos os níveis previstos, independente do sentido de vôo. Caso a decolagem seja da cabeceira 17L ou 17R, a SID será a MOGI 2. Caso a decolagem seja da cabeceira 35L ou 35R a SID será a MOGI 4. De acordo com o tráfego o controlador pode nos autorizar a transição MAVKA ou EGODO para qualquer uma das SIDs. A SID que deverá ser voada, bem como a sua autorização de tráfego é dada pelo Tráfego SP que opera na frequência 120.6

Segue um típico diálogo entre o controlador e o piloto:

ACFT - Tráfego SP, bom dia, Marília 408.
CLRD - Marília 408 Tráfego São Paulo, Prossiga
ACFT - 408 ciente da Informação Charlie, solicitou nível 270 para o RJ
CLRD - 408 pronto para cópia?
ACFT - Afirmativo
CLRD - Marília 408 autorizado 270 para o RJ pela UA304, subida MOGI 2 transição MAVKA restrito a 5000 pés até a 5ª milha de Congonhas e 070 até a posição MOGI. Após a decolagem controle em 135.75 seu transponder será o 4236. Coteje.
ACFT - 408 autorizado 270... Nesta hora o piloto deve cotejar (ler) a autorização que ele acabou de copiar. Caso haja algo de errado o controlador repete.
CLRD - Marília 408 cotejamento correto, chame o solo em 121.9 para o push-back e acionamento.
ACFT - 408 ciente chamará o solo para o push e acionamento


Após recebida a autorização, o copiloto programa o FMS e ajusta os rádios de COMM e NAV para o perfil da subida autorizado. Vejamos agora a rota mais comum que cumprimos.

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